O Jogo ao Vivo

Exclusivo

Drones: armas que matam sem rosto e sem bandeira

Drones: armas que matam sem rosto e sem bandeira

Drones são cada vez mais utilizados nos conflitos armados. O seu uso levanta diversas questões éticas, que poderão ser mais urgentes caso avancem outros projetos de armamento autónomo.

Parece coisa de ficção científica, mas a verdade é que a guerra já se faz sem soldados no terreno. Poder-se-ia achar que ainda não seria neste tempo que se veria os robôs a tomar o lugar do Homem no campo de batalha, como se de um filme do "Exterminador implacável" se tratasse, mas a verdade é que já acontece. Os drones armados são as "ferramentas" mais usadas. Exemplo recente é o conflito na região do Nagorno-Karabakh, entre a Arménia e o Azerbaijão. Mas estão pensadas, desenhadas e em testes armas autónomas mais sofisticadas - como soldados-robô -, com o objetivo de atuarem sem qualquer interferência humana.

Estas novas ferramentas de combate, que dão o vislumbre do que poderá ser a guerra no futuro, têm trazido para a mesa o debate sobre questões éticas, como o facto de uma máquina poder tomar a decisão de matar pessoas, ou o seu enquadramento no âmbito do Direito Internacional Humanitário. Mas também a problemática dos ataques sem rosto ou bandeira associados.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG