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Eleições na Hungria: referendo a Órban e à "loucura de género"

Eleições na Hungria: referendo a Órban e à "loucura de género"

A Hungria vai às urnas este domingo. As sondagens e o sistema eleitoral favorecem a reeleição do primeiro-ministro populista Viktor Órban, apesar do "casamento de conveniência" da oposição. Dois temas dominaram a campanha: primeiro, o referendo com que o regime pretende proibir as referências à homossexualidade nas escolas; depois, a guerra na Ucrânia.

Órban está há 12 anos no cargo de primeiro-ministro. E tudo aponta para que vá somar outros quatro. Já não deverá, no entanto, conseguir o poder absoluto. De acordo com as sondagens mais recentes, o seu partido (Fidesz) deverá conseguir cerca de 50% dos votos, mas não repetirá uma maioria de dois terços no Parlamento, que lhe permitiu alterar a Constituição a seu bel-prazer. A coligação "Unidos pela Hungria", que junta os seis principais partidos da Oposição, segue com 44%.

Casamento de conveniência

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