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Empresa norte-americana tinha 20 trabalhadores a bordo de avião malaio desaparecido

Empresa norte-americana tinha 20 trabalhadores a bordo de avião malaio desaparecido

Uma empresa norte-americana de tecnologia confirmou que 20 trabalhadores estão entre os 227 passageiros do avião da Malaysia Airlines, desaparecido há mais de 24 horas, entre a zona leste da Malásia e o sul do Vietname.

Em comunicado, a Freescale Semiconductor referiu que 12 cidadãos da Malásia e oito da China, que trabalham para a empresa, seguiam no Boeing 777-200, que fazia o voo entre Kuala Lumpur e Pequim, e que foi dado como desaparecido.

O aparelho descolou de Kuala Lumpur às 00.41 de sábado (16.41 de sexta-feira, em Portugal Continental) com destino a Pequim, onde deveria aterrar seis horas mais tarde, com 227 passageiros e 12 tripulantes.

Citado pela BBC, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, recusou qualquer suspeita de terrorismo, afirmando que "estão a ser tidas em conta todas as possibilidades, mas é muito cedo para tirar qualquer conclusão".

O avião perdeu o contacto com o controlo de tráfego aéreo, entre a zona leste da Malásia e o sul do Vietname.

Segundo a companhia aérea, o aparelho não enviou qualquer sinal de socorro.

As autoridades vietnamitas avistaram manchas de combustível no mar, um primeiro possível sinal de que o avião pode ter ficado submerso nas águas entre o sul do Vietname e o norte da Malásia.

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Entre os passageiros há 135 cidadãos da China, 38 da Malásia, sete da Indonésia, seis da Austrália, cinco da Índia, quatro de França, três dos Estados Unidos e um da Holanda.

Um cidadão italiano e um outro austríaco, que figuravam na lista de passageiros, não se encontravam afinal a bordo, ao contrário de informações divulgadas inicialmente, por lhes terem roubado os passaportes.

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