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Entrevista: "As pessoas no Chile sentem que vivem no limite"

Entrevista: "As pessoas no Chile sentem que vivem no limite"

Simón Escoffier, professor na Universidade Autónoma do Chile, fala sobre o sentimento de abandono e vulnerabilidade que sentem os chilenos, na antecâmara das polarizadas eleições presidenciais, entre dois candidatos dos extremos, à Direita e à Esquerda.

Professor universitário, Simón Escoffier falou ao "Jornal de Notícias" sobre o Chile que se aproxima do momento de escolher um novo presidente. Um país que já foi líder económico na América do Sul, que sente agora os efeitos da corrupção e enfrente uma crise inflacionária.

Como descreve a atual situação política e social no Chile? Há uma crescente polarização?
O país enquanto um todo não está polarizado, a elite é que está polarizada. Superficialmente, há polarização, mas as pessoas não estão polarizadas. Vivem antes um sentimento de abandono e vulnerabilidade. Procuram alguma coisa que as ajude. As instituições não as ajuda, não confiam nas instituições e a extrema-direita e a extrema-esquerda estão a oferecer-lhes alguma coisa.

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