Covid-19

Espanha com mais 38 mortes e 182 infetados nas últimas 24 horas

Espanha com mais 38 mortes e 182 infetados nas últimas 24 horas

O Ministério da Saúde espanhol comunicou esta quinta-feira que há 38 novas mortes com covid-19 que tiveram lugar nos últimos sete dias, embora a série histórica tenha um total de 27.119 óbitos, apenas mais uma do que na quarta-feira.

Segundo os números divulgados, os novos casos diagnosticados com a doença foram 182, menos 49 do que ontem, elevando para 237.906 o total de infetados.

Os dados diários indicam ainda que, nas últimas 24 horas, foi notificada a entrada no hospital de 301 doentes, aumentando para 123.804 o total de pessoas que até agora precisaram de ser internadas.

Os serviços sanitários recebem diariamente os números notificados pelas 17 comunidades autónomas do país que também fazem acertos em relação aos comunicados nos dias anteriores, o que tem levado a discrepâncias nos totais apresentados.

"A validação individual dos casos está em curso, pelo que pode haver discrepâncias em relação à notificação agregada dos dias anteriores", avisam os serviços sanitários espanhóis.

O país decretou o estado de emergência em 14 de março último, para travar a expansão da pandemia, estando a meio de um processo de fim de confinamento que tem ritmos diferentes nas várias regiões e que termina no final de junho.

Espanha já anunciou que vai abrir as fronteiras, nomeadamente ao turismo internacional, a partir do início de julho, na mesma altura em que acaba a obrigação de cumprir uma quarentena de 14 dias para todos os que veem do exterior.

Os Estados-membros da União Europeia estão em conversações para tentar coordenar o fim das barreiras à circulação de pessoas impostas para lutar contra a pandemia.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 355 mil mortos e infetou mais de 5,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num "grande confinamento" que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

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