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Estado Islâmico reivindica ataques a mesquistas no Iémen

Estado Islâmico reivindica ataques a mesquistas no Iémen

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou os atentados suicidas que fizeram, esta sexta-feira, mais de 142 mortos e 351 feridos na capital do Iémen, Sanaa.

Numa declaração publicada na Internet, o Estado Islâmico (EI) afirmou que os atentados que visaram mesquitas xiitas foram "a ponta do icebergue'".

Em comunicado, o Ministério do Interior do Iémen reviu o balanço do ataque na capital para 142 mortos e 351 feridos.

O primeiro ataque visou a mesquita de Badr, no sul de Sanaa, matando o chefe religioso deste templo.

Segundo relatos de testemunhas, citadas pela agência France Press, quando os fiéis se precipitaram para o exterior para fugir, houve outra explosão junto à entrada do edifício, e a terceira explosão ocorreu na mesquita de Al-Hashahush, no norte da capital iemenita.

Em declarações à agência francesa, Nashwan al-Atab, membro do comité de operações do Ministério da Saúde de Iémen, disse que, pelo menos 30 feridos estão em situação grave, e que vários hospitais do país apelaram para a doação de sangue.

Desde agosto, a região de Saada, no norte do país, tem sido palco de conflitos perpetrados pelos rebeldes xiitas "huthis", que já provocaram centenas de mortos e milhares de refugiados, mas o presidente do Iémen, Ali Abdullah Saleh, tem ordenado vários ataques militares contra posições da al-Qaeda nas outras regiões do país visando estancar a rede terrorista.

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