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EUA apelam ao novo presidente de Cuba que acabe "com a repressão"

EUA apelam ao novo presidente de Cuba que acabe "com a repressão"

Os Estados Unidos apelaram ao novo presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, para que acabe com "a repressão" na ilha, considerando que a transição para liderança do país foi "antidemocrática".

"Estamos dececionados porque o Governo cubano optou por silenciar as vozes independentes e manter a seu monopólio repressivo do poder, em vez de permitir que o seu povo tenha uma escolha genuína através de eleições livres, justas e pacíficas", disse Heather Nauert, porta-voz do Departamento de Estado.

A mesma responsável defendeu que Miguel Diaz-Canel deve tomar medidas concretas para que consiga "melhorar a vida do povo cubano, respeitar os direitos humanos, acabar com a repressão e permitir maiores liberdades políticas e económicas".

"Os cidadãos cubanos não têm o poder real de influenciar o resultado deste processo de transição antidemocrático. Apelamos ao novo presidente que ouça e responda às exigências dos cidadãos cubanos por uma Cuba mais próspera, livre e democrática", frisou.

O número dois do regime cubano, Miguel Diaz-Canel, foi eleito esta quinta-feira para suceder a Raúl Castro, pondo fim a cerca de seis décadas de poder dos irmãos Castro em Cuba.

Designado como o único candidato, este civil de 57 anos foi confirmado pelos parlamentares por um período renovável de cinco anos, com 603 votos dos 604 possíveis, ou 99,83% dos votos, informou o Cubadebate, o portal oficial cubano na Internet.

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