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Estados Unidos expulsaram encarregado de negócios sírio

Estados Unidos expulsaram encarregado de negócios sírio

Os Estados Unidos decidiram, esta terça-feira, expulsar o encarregado de negócios sírio em Washington, "em resposta" ao massacre ocorrido no fim-de-semana passado na localidade de Houla, anunciou a porta-voz da diplomacia norte-americana, Victoria Nuland.

Zuheir Jabbour, o mais alto representante sírio em Washington, foi informado hoje de que possui 72 horas para abandonar o país, precisou Nuland em comunicado. "Nós temos o Governo sírio por responsável" do massacre, acrescentou.

Por sua vez, o governo holandês declarou hoje "persona no grata" o embaixador sírio em reação ao massacre de Houla, que causou a morte a mais de 100 pessoas, nomeadamente crianças.

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O ministro dos Assuntos Exteriores, Uri Rosenthal, assegurou em comunicado que se trata de uma medida diplomática "dura" e que foi coordenada com os parceiros da União Europeia.

"Não devemos trabalhar com um país com um Presidente como este", realçou Rosenthal, numa referência ao líder sírio, Bashar al Asad, acusado de duras repressões contra a população.

A Holanda, segundo recordaram os órgãos de comunicação social locais, não pode expulsar o embaixador sírio, como fizeram outros países, pois este tem a sua residência em Bruxelas, de onde representa o seu país na Bélgica, Luxemburgo e Holanda.

A decisão do governo de Haia enquadra-se na iniciativa internacional para sancionar o regime sírio pelos acontecimentos violentos em Houla.

Alemanha, Itália, Espanha, França e Reino Unido, assim como o Canadá e a Austrália também expulsaram diplomatas sírios do seu território em sinal de protesto.

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