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EUA: as vidas congeladas de um mês sem salário

EUA: as vidas congeladas de um mês sem salário

Shutdown nos Estados Unidos afeta funcionários federais mas também privados que trabalham com o Governo. Como o português Marco Bravo.

São mais de 800 mil, parte remetida a casa, outra a trabalhar sem receber. A birra do presidente dos EUA com o seu muro anti-imigrantes e a falta de aprovação de um orçamento federal que não o inclua (shutdown) está a deixar exangues dezenas de milhares de famílias de funcionários federais. E outras, dependentes de apoios sociais, ao abandono.

Muitos ultrapassaram a vergonha: procuram emprego temporário, penhoram alianças de casamento e vão a bancos alimentares, à espera do fim do bloqueio lhes devolverá o salário perdido. Só que nem todos os afetados são funcionários: muitos privados têm como parceiro o Governo federal, paralisado em 25% das valências há mais de um mês.

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