Bombardeamento

Trump condena ataque químico "hediondo" do regime de al-Assad

Trump condena ataque químico "hediondo" do regime de al-Assad

Bombardeamento esta terça-feira de madrugada na província de Idleb causou pelo menos 67 mortos, incluindo crianças, além de 200 afetados.

O governo norte-americano acredita que o agente químico usado no ataque ocorrido na província de Idleb é gás sarin e é "quase certo" que foi realizado pelas forças leais ao presidente sírio Bashar al-Assad, disse fonte da Administração Trump citada pela agência Reuters.

Em comunicado, o presidente Donald Trump condenou estas "ações hediondas" do regime sírio.

"É claro que esta é a forma de Bashar al-Assad atuar", declarou o secretário de Estado Rex Tillerson - "com brutalidade e barbaridade sem limites".

"O número de mortos confirmado é de 67, 20 dos quais são crianças. Há cerca de 200 afetados. As pessoas estão em choque, acho que este balanço de vítimas não é definitivo", disse o médico Mohamed Katoub, coordenador na Turquia da associação medica sirio-americana.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos responsabiliza os aviões do exército sírio ou da avião russa pelo lançamento das bombas carregadas com gás sarin (sem cor e sem cheiro é usado como arma química pelo efeito potente que tem sob o sistema nervoso).

"Famílias inteiras morreram asfixiadas quando dormiam", por isso, quando as ambulâncias chegaram ao local já nada puderam fazer, disse o presidente do conselho local da cidade de Jan Seijun.

Segundo o Observatório, que cita fontes médicas, as vítimas apresentavam sintomas de exposição química, como vómitos, asfixia e espumavam pela boca.

Ao início da tarde, um dos hospitais que estava a dar assistência às vítimas do ataque foi bombardeado, noticiou a agência France Presse.

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