Covid-19

Farmacêutica envia primeira vacina experimental a investigadores dos EUA

Farmacêutica envia primeira vacina experimental a investigadores dos EUA

A farmacêutica Moderna Inc. enviou o primeiro lote da sua vacina experimental contra o novo coronavírus a investigadores do Governo dos Estados Unidos da América, que farão os primeiros testes em humanos.

O objetivo é verificar se a vacina da empresa norte-americana pode ajudar a suprimir a epidemia originária da China.

Segundo um comunicado da farmacêutica, o laboratório enviou na segunda-feira frascos de vacinas desde a sua fábrica em Norwood, Massachusetts, para o Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas em Bethesda, Maryland.

O instituto espera que no final de abril comece um ensaio clínico com 20 a 25 voluntários saudáveis, que vai testar se duas doses de vacinas são seguras e induzem uma resposta imune que provavelmente proteja contra a infeção, disse o diretor do instituto, Anthony Fauci ao "The Wall Street Journal". Os resultados iniciais podem estar disponíveis em julho ou agosto.

Na nota, a empresa de biotecnologia anuncia, assim, que lançou o primeiro lote da "ARNm-1273", a vacina da empresa contra o coronavírus, para uso humano".

A "ArNm-123" pretende ser uma vacina contra o Covid-19 que codifica uma forma estabilizada da proteína "Spike", que foi selecionada pela Modern Inc. em colaboração com o Centro de Investigação de Vacinas.

O surto do Covid-19, que começou na China no final do ano, já matou 2627 pessoas e infetou mais de 79 mil, de acordo as autoridades de saúde dos cerca de 30 países afetados.

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O balanço provisório da epidemia do coronavírus Covid-19 é de 2707 mortos e cerca de 80300 pessoas infetadas, de acordo com dados reportados até esta terça-feira, por cerca de 30 países.

Além de 2665 mortos na China, onde o surto começou no final do ano, há registo de vítimas mortais no Irão, Coreia do Sul, Itália, Japão, Filipinas, França e Taiwan.

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto do Covid-19 como uma emergência internacional e alertou para uma eventual pandemia, após um aumento repentino de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão nos últimos dias.

O único caso conhecido de um português infetado pelo novo vírus é o de um tripulante de um navio de cruzeiros que está hospitalizado no Japão.

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