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França refere-se a "pelo menos 281 mortos" no ataque com armas químicas

França refere-se a "pelo menos 281 mortos" no ataque com armas químicas

Os serviços secretos franceses garantiram que o ataque de 21 de agosto com armas químicas num subúrbio de Damasco foi cometido pelo regime do presidente Bashar al-Assad e provocou a morte de pelo menos 281 pessoas.

De acordo com fonte dos serviços de informações franceses citada pela agência noticiosa AFP, os números constam de um documento entregue aos deputados pelo primeiro-ministro francês Jean-Marc Ayrault durante uma reunião sobre a crise síria, onde também se faz referência a um ataque "em massa".

Os números são manifestamente mais reduzidos que os fornecidos por Washington, que se referiu a pelo menos 1400 mortos. Os Estados Unidos estão a tentar formar uma coligação internacional para desencadear ataques aéreos contra a Síria.

O governo de Bashar al-Assad rejeitou qualquer responsabilidade pelos ataques e acusou os rebeldes da oposição, que afirma serem armados pelo ocidente.

Jean-Marc Ayrault reuniu-se com os deputados para sublinhar o que considerou ser uma "clara evidência" do envolvimento do regime de Damasco no ataque de 21 de agosto.

O primeiro-ministro francês acrescentou que não vai decorrer qualquer votação durante o debate parlamentar sobre a Síria, previsto para quarta-feira, e garantiu que o Presidente François Hollande "prossegue os esforços para formar uma coligação o mais depressa possível" contra a Síria.

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