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Francisco Guerreiro: "Não devemos apressar a adesão de novos Estados-membros"

Francisco Guerreiro: "Não devemos apressar a adesão de novos Estados-membros"

Numa sessão plenária do Parlamento Europeu marcada pela guerra na Ucrânia, o JN entrevistou eurodeputados portugueses sobre as exigências e as consequências do conflito militar no futuro da União Europeia (UE). Francisco Guerreiro, deputado independente que integra os Verdes europeus, diz que os jovens da Ucrânia têm motivado a aproximação do país ao espaço comunitário.

Qual deve ser o papel e a intervenção do Parlamento Europeu perante a guerra na Ucrânia?

Temos de caminhar para a transição que tem dificultado a geopolítica europeia, que é a extrema dependência das importações russas, designadamente do petróleo, do gás e de alguns minérios. Depois, é preciso garantir que os países que querem a integração europeia têm o caminho aberto politicamente. Infelizmente, muitos têm tido uma batalha difícil, porque havia muitas resistências por parte da União Europeia. A parte mais pragmática do meu trabalho, de apoio à comunidade ucraniana, é garantir que o próximo orçamento anual de 2023 ajuda na integração dos refugiados, na educação e no apoio social e financeiro à reconstrução ou à resistência.

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