Exclusivo

Funeral de Isabel II é um pesadelo logístico com fim diplomático à vista

Funeral de Isabel II é um pesadelo logístico com fim diplomático à vista

O funeral de Isabel II é um dos acontecimentos do ano. Cerca de 500 dignitários foram convidados para estar nas cerimónias fúnebres da monarca, que reinou durante 70 anos. Um pesadelo logístico e uma tarefa gigantesca do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico, que reforçou o "staff" com mais 300 pessoas.

A torrente de tributos globais pela morte de Isabel II é, segundo os britânicos, uma lembrança da vasta rede de amigos e aliados do Reino Unido. De tantos, uns poucos 370 vão estar nas cerimónias fúnebres da rainha, entre domingo, no velório, e segunda-feira, quando a urna chega à última morada.

O funeral "vai juntar líderes mundiais de uma forma mais intimista que a Assembleia Geral das Nações Unidas", que começa na terça-feira, em Nova Iorque, lembrou Bronwen Maddox, diretor da Chatham House. Com tantos chefes de Estado, ou de Governo, consoante os casos, reunidos nos mesmos espaços, sem agenda definida e em tão em cima da hora, é de esperar que a conversa se proporcione.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG