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Governo português condena "veementemente" atentado contra sede da ONU

Governo português condena "veementemente" atentado contra sede da ONU

O Governo português repudiou e condenou, sexta-feira, "veementemente" o atentado contra a sede das Nações Unidas em Abuja, na Nigéria, que fez 18 mortos e foi reivindicado pelo grupo radical extremista Boko Haram.

Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros apresentou "condolências às famílias das vítimas e ao povo e Governo" nigerianos.

"Os actos terroristas são inaceitáveis não podendo os seus responsáveis ficar impunes e, nesse sentido, o Governo português apela a todos os Estados para cooperarem activamente com as autoridades nigerianas na captura dos organizadores deste atentado", lê-se na nota hoje emitida pelo ministério tutelado por Paulo Portas.

O atentado à bomba contra a sede das Nações Unidas em Abuja, hoje na capital da Nigéria, provocou pelo menos 18 mortos, anunciou um porta-voz do movimento Boko Haram.

"Lançámos um ataque com precisão absoluta. O ataque foi minuciosamente preparado e executado. Dissemos várias vezes que a ONU é um dos nossos principais alvos", afirmou o porta-voz, que se disse chamar Abu Darda, citado pela agência France Presse.

A comunidade internacional reagiu com indignação e a França juntou-se aos que condenam o atentado. "Qualquer ataque contra as Nações Unidas é um ataque contra a comunidade internacional no seu conjunto. Perante este crime odioso, a França continua, mais do que nunca, determinada a combater o terrorismo sem descanso", afirmou o chefe de Estado em comunicado, citado pela agência AFP.

A nota do Palácio do Eliseu acrescenta que Sarkozy "assegurou ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e ao Presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, a solidariedade da França nos momentos de sofrimento".

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