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Há chechenos a combater dos dois lados da barricada

Há chechenos a combater dos dois lados da barricada

Tanto ajudam os russos quanto os ucranianos. São naturais da Chechénia com perspetivas diferentes sobre o papel do regime de Vladimir Putin num passado recente. Os mais novos alinham pelo Kremlin. Os mais velhos apoiam Kiev.

A memória é um instrumento poderoso se for bem usado. Permite-nos acumular conhecimento e nunca mais o esquecer, usando-o nas alturas certas. A memória serve para resumir um dos muitos pormenores da guerra na Ucrânia e, talvez, um dos mais curiosos. Há chechenos a combater lado a lado com o exército ucraniano, algo singular, visto que a Chechénia é uma província russa. Mesmo sendo inesperado, a memória ajuda a explicar tudo.

Nos anos 90, houve duas guerras devastadoras na Chechénia. A província queria ser independente, mas a Rússia tinha outros planos. Apesar de a primeira guerra ter sido uma derrota para os russos, quando Vladimir Putin se estreou como presidente, uma das primeiras missões em que se focou foi certificar-se que tirava as ideias independentistas da mente dos chechenos.

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