União Europeia

De onde vêm e para onde vão as rosas enviadas no Dia dos Namorados

De onde vêm e para onde vão as rosas enviadas no Dia dos Namorados

Oferecer rosas no Dia de S. Valentim (ou Dia dos Namorados) é um clássico, mas algumas delas não vêm diretamente do jardim da florista da rua, mas de paragens mais longínquas. A Holanda é o país que mais importa e exporta rosas naturais e metade das que chegam à União Europeia vêm do Quénia.

Os dados são do Eurostat e foram divulgados esta terça-feira, véspera do Dia de S. Valentim, concluindo que, nos primeiros 10 meses de 2017, a União Europeia exportou para países não-membros um valor superior a 60 milhões de euros e importou o equivalente a 624 milhões de euros nestas flores.

No mesmo período de tempo, a Holanda surge como o principal exportador de rosas para países não-membros da UE, no valor de 43 milhões de euros, seguida da Lituânia, Alemanha e Letónia.

Estas rosas que saíram da UE, segundo o Eurostat, foram enviadas, principalmente, para a Rússia, no valor de quase 30 milhões de euros, e para a Suíça (20 milhões de euros), que ficaram acima da Noruega e da Bielorrússia.

A Holanda aparece novamente no topo da lista quando se fala nas importações. Entre janeiro e outubro de 2017, o país importou rosas no valor de 478 milhões de euros a partir de países não-membros da União Europeia. A outra grande fatia de importações desta flor foi realizada pelo Reino Unido, no valor de 60 milhões de euros, pela Alemanha e pela Espanha.

E de onde vêm as rosas importadas? A maior parte, segundo os dados divulgados, é do Quénia, no valor de 317 milhões de euros, seguida da Etiópia (126 milhões de euros), Equador, Colômbia e Uganda.

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