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FBI divulga retratos de vítimas desenhados por assassino em série

FBI divulga retratos de vítimas desenhados por assassino em série

O FBI divulgou uma série de 16 retratos desenhados por um assassino em série, que terá feito mais de 90 vítimas em cerca de 40 anos. A polícia federal dos EUA quer ajuda para identificar as mulheres mortas por Samuel Little.

Samuel Little, de 78 anos, cumpre uma pena de prisão perpétua, sem oportunidade de liberdade condicional, desde 2014, por três assassinatos na Califórnia. No ano passado confessou ter assassinado 90 mulheres, em quase quatro décadas, o que pode torná-lo um dos mais mortais assassinos em série na história dos EUA. Até agora, as autoridades confirmaram mais de 40 vitimas,

Terça-feira, o FBI divulgou 16 esboços dos retratos das vitimas, feitos pelo assassino em série norte-americano, para tentar identifica-las e conseguir resolver as dezenas de homicídios.

As vitimas eram principalmente mulheres marginalizadas e vulneráveis ​envolvidas em prostituição ou drogas, cujos desaparecimentos atraíram pouca atenção, permitindo a Samuel Little escapar à Justiça durante várias década, segundo os agentes do FBI.

O ex pugilista espancava as vítimas antes de estrangulá-las. A ausência de ferimentos provocados por facas ou armas levou as autoridades a atribuírem as mortes, de forma errada, a excesso de drogas ou acidentes.

"Sem marcas de facadas ou ferimentos provocados por armas, muitas dessas mortes não foram classificadas como homicídios, mas atribuídas a overdoses de drogas, acidentes ou causas naturais", disse o FBI no relatório inicial, em novembro do ano passado.

Fonte do FBI disse que o homem está em más condições de saúde e que o mais provável é que fique numa prisão do Texas até à morte.

Samuel Little foi preso em 2014 depois de uma amostra de ADN o ligar à morte de três pessoas em Los Angeles.

As condenações associadas a estes três crimes fizeram com que Samuel fosse colocado num programa do FBI, que analisa infrações relacionadas com crimes violentos e sexuais, partilhando informações com autoridades locais para cruzar crimes não resolvidos.

Desta forma, foram estabelecidos "padrões alarmantes" com outros assassinatos nos EUA, o que levou à reabertura de um caso não resolvido de um assassinato em Odessa, no Texas, de uma mulher chamada Denise Christie.

Antes de ser condenado por homicídio, o assassino em série já tinha um extenso registo criminal.

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