François Hollande

Hollande rejeita ligação entre atentados em França e na Tunísia

Hollande rejeita ligação entre atentados em França e na Tunísia

O presidente francês, François Hollande, afastou qualquer ligação entre os atentados que ocorreram esta manhã no leste do país e na Tunísia, apesar de ambos se tratarem de atos terroristas.

Hollande, que telefonou ao seu homólogo tunisino para tomar conhecimento do sucedido naquele país, assinalou que "não há qualquer vínculo" entre ambos os atentados cometidos esta manhã.

O presidente francês, que reuniu o Conselho de Defesa no Palácio do Eliseu poucas horas depois do atentado que ocorreu numa fábrica no leste de França, indicou que foi decretado o nível máximo de alerta antiterrorista na região de Rhone-Alpes para os próximos três dias.

Já o procurador da República de Paris, François Molins, afirmou, por seu turno, que não há quaisquer indícios de que o autor do atentado cometido esta manhã estivesse acompanhado por um cúmplice.

Em França, uma cabeça decapitada com inscrições em árabe foi encontrada numa fábrica de gás industrial perto de Lyon (leste) depois de um atacante ter conduzido um veículo a alta velocidade contra garrafas de gás, provocando uma explosão. O atacante sobreviveu e foi detido.

Na Tunísia, um atirador vestido como um turista atacou um hotel na estância turística de Sousse, na costa oriental, matando pelo menos 37 pessoas, entre as quais turistas, antes de ser morto pela polícia.

No Kuwait, um bombista suicida fez-se explodir dentro de uma mesquita xiita na capital do país durante a oração do meio-dia, matando pelo menos 25 pessoas. O ataque foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico.