EUA

Mataram jovem grávida e tiraram-lhe bebé da barriga para o roubar

Mataram jovem grávida e tiraram-lhe bebé da barriga para o roubar

Uma jovem de 19 anos foi encontrada morta, na quarta-feira, em Chicago, nos EUA, três semanas depois de ter desaparecido e de o seu bebé lhe ter sido cortado do corpo. O recém-nascido, que está em estado crítico, foi levado para o hospital no dia em que a mãe desapareceu, depois de uma outra mulher, de 46 anos, alegar ter dado à luz.

Marlen Ochoa-Lopez, de 19 anos, foi agora encontrada morta por estrangulamento atrás de uma casa para onde teria sido "atraída" para obter roupas de bebé grátis, no dia 23 de abril. Estava grávida de nove meses quando foi dada como desaparecida e testes de ADN confirmaram que é a mãe do bebé internado num hospital local há três semanas

No mesmo dia em que Marlen desapareceu, médicos foram chamados a uma residência no sudoeste da cidade para socorrer um recém-nascido com problemas respiratórios. De acordo com o jornal local "Chicago Sun Times", uma mulher de 46 anos, Clarisa Figueroa, chamou os serviços de emergência afirmando que dera à luz o bebé em casa. Ambos foram levados para o hospital.

A casa onde Marlen foi encontrada era a mesma onde a principal suspeita do crime, Clarisa, alegou ter dado à luz. "Acreditamos que ela [Marlen] foi assassinada e que o bebé foi removido à força após o homicídio", disse o porta-voz da polícia de Chicago, Anthony Guglielmi, citado pela agência de notícias Associated Press. Guglielmi informou ainda que o bebé continua em "estado grave".

Cecilia Garcia, porta-voz da família de Ochoa-Lopez, disse que foi uma "bênção" o bebé ter sido encontrado e que se chama Yadiel, o nome escolhido pela mãe antes de morrer.

A família descobriu a morada da casa onde Marlen foi encontrada morta depois de contactar uma mulher no Facebook que lhe ofereceu roupas de bebé grátis.

Várias pessoas foram detidas para interrogatório. Clarisa Figueroa, de 46 anos, foi indiciada, esta quinta-feira, juntamente com Desiree Figueroa, 24 anos, e Piotr Bobak, 40 anos, pelo assassinato de Marlen. Clarisa e Desiree são acusadas de homicídio em primeiro grau e crime grave contra uma criança, causando-lhe incapacidade permanente.

Bobak é acusado de crime de omissão de morte e de ocultar um homicídio. Os três serão levados a tribunal para as audiências esta sexta-feira.