Afeganistão

Presidente afegão condena veementemente o atentado de Cabul

Presidente afegão condena veementemente o atentado de Cabul

O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, condenou veementemente o atentado de Cabul que fez, esta quarta-feira, pelo menos 80 mortos, segundo o último balanço provisório.

O atentado, que ainda não foi reivindicado, foi levado a cabo por um bombista suicida que fez explodir um carro armadilhado numa zona onde se situam várias representações diplomáticas da capital afegã.

"Os terroristas, mesmo no mês sagrado do Ramadão, no mês de deus e de oração, não param a matança do nosso povo inocente", refere a nota emitida pelo gabinete do chefe de Estado afegão.

O Paquistão também condenou "fortemente o atentado terrorista de Cabul" acrescentado que a explosão em Cabul causou a perda de vidas e provocou "muitos" feridos.

A declaração do Paquistão refere que o ataque provocou danos em várias residências de diplomatas paquistaneses que sofreram ferimentos ligeiros.

O carro explodiu numa estrada muito movimentada ao início da manhã e perto da embaixada da Alemanha, disse o porta-voz da polícia de Cabul, citado pela BBC, acrescentando que "é difícil dizer qual era o alvo exato do atentado", uma vez que na zona se situam várias embaixadas, edifícios do governo e o Palácio Presidencial.

A explosão feriu funcionários da embaixada alemã e matou um guarda afegão no exterior do edifício, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Sigmar Gabriel.

O edifício da embaixada de França ficou danificado mas não há para já registo de vítimas entre os funcionários, disse a ministra francesa Marielle de Sarnez à agência Reuters.

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