Covid-19

Itália regista mais de cinco mil infeções e 17 mortes em 24 horas

Itália regista mais de cinco mil infeções e 17 mortes em 24 horas

A Itália registou 5.143 infeções com ​​​​​​​covid-19 e 17 mortes nas últimas 24 horas, anunciaram esta sexta-feira as autoridades de saúde italianas, que alertaram ainda para o crescimento da variante Delta no país.

Com estes números, o total de casos de contaminação com o novo coronavírus em Itália subiu para 4.307.535 desde o início da crise sanitária no país, em fevereiro de 2020, e o número de mortos subiu para 127.937.

Dos 58.753 casos positivos atuais, 1.459 estão internados em hospitais, 67 a mais do que na quinta-feira, e destes, 155 pacientes requerem tratamento em cuidados intensivos, três a menos que no dia anterior.

O presidente do Instituto Superior de Saúde de Itália, Silvio Brusaferro, disse hoje que o número de casos com a variante Delta está a aumentar, devendo tornar-se a espécie dominante em Itália, nos próximos dias.

Brusaferro - que apontou que a idade média das infeções em Itália desceu para 25 anos e a dos pacientes hospitalizados para 55 anos - alertou para a necessidade de as pessoas completarem a vacinação e respeitarem as medidas de restrição, para travar o aumento de casos, mas reconheceu que o impacto da pandemia nos hospitais não é grave.

Em relação à campanha de vacinação, 29 milhões de italianos já receberam as doses totais, o equivalente a 53,71% da população com mais de 12 anos, tendo sido aplicadas 63.879.391 doses das vacinas autorizadas na União Europeia.

Atualmente, em Itália a máscara de proteção individual apenas é obrigatória em espaços fechados, mas a partir de 05 de agosto será obrigatória a apresentação de provas de teste ou de vacinas para entrar num bar ou num restaurante, bem como em vários locais de entretenimento.

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A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.139.040 mortos em todo o mundo, entre mais de 192,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

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