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Covid-19

Itália regista mais oito mortes e 208 novas infeções em 24 horas

Itália regista mais oito mortes e 208 novas infeções em 24 horas

A Itália registou mais oito mortes com o novo coronavírus nas últimas 24 horas e 208 infeções, depois de no domingo este número ter caído para baixo de 200, segundo a Proteção Civil.

O número total de mortes com covid-19 em Itália é agora de 34.869 e o total de casos de contaminação é de 241.819.

Um total de 133 pessoas foram curadas no último dia, as hospitalizadas em todo o país são menos de mil e existem apenas 72 pessoas internadas em unidades de cuidado intensivo.

Mais da metade dos novos casos de contágio (111) foram registados na Lombardia, que continua a ser a região mais afetada pela epidemia.

As autoridades sanitárias italianas estão a monitorizar alguns novos surtos, quando a retirada das medidas de contenção está concluída, incluindo um em Roma, que tem 39 casos detetados, todos de cidadãos do Bangladesh, que chegaram desse país nos últimos dias.

A região de Roma decidiu a partir de hoje testar todos os passageiros vindos de Bangladesh, um país com uma rápida disseminação do vírus, segundo o conselheiro regional de Saúde, Alessio D'Amato.

O ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza, anunciou que a Itália testará todos os passageiros vindos de fora do espaço Schengen, após a reabertura de fronteiras com alguns países.

O ministro explicou que esta medida não significa que fique suspensa a quarentena obrigatória para todos aqueles que viajam de fora da zona Schengen, que devem ficar 14 dias isolados e sujeitos a controlos sanitários.

Alguns dos mais recentes surtos de covid-19 devem-se a cidadãos estrangeiros residentes na Itália que regressaram ao país, com a progressiva reabertura de fronteiras decretada desde 3 de junho.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 534 mil mortos e infetou mais de 11,47 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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