Pandemia

Itália soma 3455 novos casos e começa a preparar fim do recolher obrigatório

Itália soma 3455 novos casos e começa a preparar fim do recolher obrigatório

A Itália registou 3455 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram esta segunda-feira as autoridades italianas, numa altura em que o país continua a aliviar as restrições e prepara, para junho, o fim do recolher noturno obrigatório.

Com o registo destes novos contágios, o país totaliza, até à data, 4.162.576 casos de pessoas que ficaram infetadas com o novo coronavírus (SARS-Cov-2), de acordo com o boletim informativo do Ministério da Saúde italiano.

O país somou 140 óbitos nas últimas 24 horas, elevando para 124.296 o número total de mortes atribuídas à doença no território italiano desde o início da crise pandémica, em fevereiro de 2020, de acordo com a mesma fonte.

Dos atuais 322.891 casos de covid-19 ativos em Itália, 13.778 estão hospitalizados, incluindo 1754 doentes que se encontram em unidades de cuidados intensivos (UCI).

A campanha de vacinação em Itália continua a progredir e foram administradas, até à data, 27.604.159 doses em todo o país.

Um total de 8.714.403 pessoas (número que representa 14,71% da população do país) já têm o processo de imunização completo contra a covid-19.

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Perante o avanço da campanha de vacinação, a redução de novas infeções e a diminuição da pressão sobre as unidades hospitalares, o governo italiano continua a aliviar as restrições ainda em vigor no país e anunciou que irá acabar com o recolher noturno obrigatório já no próximo dia 21 de junho.

O processo que irá culminar no fim desta limitação será gradual, contrariando a forte pressão exercida pelos partidos italianos da ala mais direita que têm vindo a exigir ao executivo de Mario Draghi a abolição imediata do recolher noturno.

Dentro dos próximos dias, os italianos passam a poder permanecer na rua mais uma hora durante o período noturno, até às 23 horas locais (22 em Portugal).

Atualmente, o recolher noturno está decretado a partir das 22.

Quase todas as regiões italianas se encontram na chamada "zona amarela", abrangidas por restrições mínimas.

A única exceção é Vale de Aosta (norte), que continua "pintada" de laranja devido ao nível de risco de contágio ainda verificado.

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