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Artesã francesa perdeu casa e ateliê no incêndio de Monchique

Artesã francesa perdeu casa e ateliê no incêndio de Monchique

Há 40 anos em Monchique, Eveline faz dos tecidos recortados e aplicados sobre entretela a sua arte. Tal como outros cinco artesãos, com o grande incêndio do mês passado perdeu a casa, mas também o seu "cantinho" de trabalho.

"Estou cheia de vontade de voltar a trabalhar, de me agarrar a alguma coisa", desabafa, durante uma conversa com a Lusa no Miradouro da Fóia, onde está instalada a loja da Associação de Artesãos de Monchique. É aqui que são expostos os trabalhos dos 16 membros e de outros cinco "convidados".

Nasceu em França há 69 anos - faz 70 esta semana - e estava farta do trabalho de escritório na área das telecomunicações. "Comprei uma carinha e vim", conta. Entrou por uma fronteira no Norte do país e foi "descendo, descendo, descendo" até chegar ao concelho algarvio de Monchique. "O que eu adorei! As pessoas amáveis, os animais, a paisagem", descreve, sorridente.

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