França

Associação portuguesa em França revela: "Pedimos ajuda a Portugal, mas nem nos responderam"

Associação portuguesa em França revela: "Pedimos ajuda a Portugal, mas nem nos responderam"

A União Luso-Franco-Europeia (ULFE) de Dijon, em França, é certamente uma das maiores associações portuguesas do país. Mas a pandemia de covid-19 veio trazer graves problemas à coletividade que, aparentemente, estão ultrapassados, ainda que sem o apoio do Governo português, garantem.

A associação tem uma sede construída de raiz, com cerca de 1.200 metros quadrados, e atividades praticamente todos os dias. Segundo António Costa, o presidente da ULFE, a entidade necessita de cerca de 4.300 euros por mês para pagar as despesas fixas, nomeadamente o empréstimo em curso, as despesas de água e de luz, seguros, entre outros. De acordo com o responsável, a associação é totalmente autofinanciada, no entanto, durante o período de confinamento teve de encerrar completamente as portas, e sem atividades não tinha entradas financeiras em número suficiente para cobrir as despesas mensais. "Agora a situação está melhor", reconhece António da Costa.

"Para nós foi mesmo muito complicado, porque a partir do mês de março não tivemos eventos nenhuns, foi tudo cancelado e, nesse sentido, tivemos bastantes dificuldades. Não temos ajuda do Governo francês, porque as prioridades não são as associações. Não temos animadores assalariados, somos todos voluntários, por isso tivemos bastantes dificuldades", acrescenta o presidente da ULFE, que garante: "Tentamos levar a cultura portuguesa aos franceses, mas Portugal não nos apoia em sentido nenhum. Quero deixar aqui esta informação: Portugal não nos tem ajudado em nada".

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