Lusofonia

Escritores lusófonos exigem resposta à "escalada do racismo, xenofobia e populismo"

Escritores lusófonos exigem resposta à "escalada do racismo, xenofobia e populismo"

"Quem adormece em democracia, acorda em ditadura", afirmam os escritores lusófonos. O manifesto, assinado até ao momento por mais de 200 escritores de diferentes países de língua portuguesa, quer compromisso político com a defesa de "uma cultura e de uma sociedade livres, plurais e inclusivas".

O texto do manifesto já leva a assinatura de mais de 200 escritores lusófonos, que vão do brasileiro Chico Buarque às portuguesas Hélia Correia ou Ana Margarida de Carvalho passando pelo moçambicano Mia Couto e pelo angolano Ondjaki. Os signatários mostram-se conscientes de que pode haver um "custo" em "dar palco ao que, em circunstâncias normais, não mereceria uma nota de rodapé".

No entanto, os autores preferem "correr esse risco face às circunstâncias vividas em Portugal, que [consideram] graves e inquietantes, nos domínios do racismo, do populismo, da xenofobia, da homofobia, das emoções induzidas, da confusão destas com ideias e, em geral, de tudo aquilo que de mais repugnante pode emergir de uma sociedade em crise e em estado de medo".

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