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Família de português desaparecido há um ano no Báltico quer reabrir caso

Família de português desaparecido há um ano no Báltico quer reabrir caso

Diogo Penalva caiu no mar Báltico durante um cruzeiro com estudantes. Empresa diz ter provas de que saltou. Família pede ajuda a Ricardo Sá Fernandes.

Fez na terça-feira um ano que não há sinais do jovem português Diogo Penalva. Tinha 21 anos e estava a fazer Erasmus em Tallin, na Estónia, quando desapareceu no mar Báltico, durante uma travessia entre Helsínquia (Finlândia) e Estocolmo (Suécia), num cruzeiro com dois mil estudantes. Dias depois, a Polícia finlandesa arquivava o caso. Inconformada, a família vai recorrer agora à justiça.

Segundo a Imprensa finlandesa, Diogo terá caído de uma altura de 30 metros, à saída de uma das discotecas do navio, desconhecendo-se, até agora, porquê. Depois das buscas realizadas naquela noite de 13 de novembro e no dia seguinte, o aluno da licenciatura em Finanças e Contabilidade na ISCTE Business School, em Lisboa, foi dado como desaparecido.

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