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Portugueses na RDCongo estão bem mas devem ser prudentes

Portugueses na RDCongo estão bem mas devem ser prudentes

Os portugueses que estão na República Democrática do Congo encontram-se bem mas devem ser prudentes e continuar a seguir as recomendações de segurança, disse fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades.

"Dos contactos estabelecidos, durante o dia de hoje [domingo], pela Embaixada de Portugal em Kinshasa com cidadãos portugueses em diferentes pontos da República Democrática do Congo, foi possível apurar que estes se encontram bem", referiu fonte do gabinete do secretário à agência Lusa.

A secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas recomenda, porém, que a comunidade portuguesa residente naquele país africano continue a agir com prudência e a observar as recomendações de segurança formuladas pela embaixada assim como deve continuar a manter o contacto com a representação diplomática portuguesa na República Democrática do Congo.

Pelo menos duas pessoas foram mortas e mais duas feridas em confrontos.

Mais de 39 milhões de congoleses foram chamados às urnas para escolher o sucessor do presidente Joseph Kabila, e os deputados nacionais e provinciais de 75781 colégios eleitorais.

De acordo com os mais recentes registos consulares, há cerca de 700 portugueses a viver na RDC, a grande maioria (570) na capital, Kinshasa, uma comunidade de cerca de uma centena de portugueses na cidade de Lubumbashi e pequenos núcleos em Kisangani e Kananga.

Na véspera do ato eleitoral, a agência Lusa ouviu alguns portugueses residentes no país, que se mostraram preocupados com a instabilidade política e o agravamento da insegurança no país.

A violência foi uma constante durante a campanha eleitoral para as eleições. Inicialmente previstas para 2016, as eleições foram adiadas por duas vezes.