Luxemburgo

Luxemburgo: A visão extraordinária de um português cego

Luxemburgo: A visão extraordinária de um português cego

Quando há dez anos ficou cego, um português de Schifflange, no Luxemburgo, viu-se confrontado com duas opções: ou a vida que sempre conhecera terminava de vez, ou então começava tudo de novo.

Esta história começa com um telefonema. Alexandre Bray, que dirige o departamento de publicidade e assinaturas do jornal Contacto, recebeu na semana passada uma chamada de um leitor chamado Licínio Oliveira - queria receber o jornal numa nova morada. Permaneceram em linha uns bons minutos. Assim que desligou o telefone, o chefe de vendas contactou imediatamente a redação para contar uma história que não era nada menos que extraordinária.

É que, apesar de ser cego há uma década, Licínio Oliveira assegurava ler religiosamente o jornal português no Luxemburgo todas as quartas-feiras. "Tenho aqui um aparelho que me permite digitalizar os textos e depois ouvi-los", explicou de imediato. "A vossa paginação permite fazê-lo e isso é ótimo. Sabe, para mim é importante continuar a manter-me informado." Num tempo em que a informação falsa se propaga pelas redes sociais como um vírus, aqui estava alguém que, contra todas as probabilidades, se mostrava empenhado em conhecer os factos esclarecidamente. Então era preciso contar a história dele.

Leia a reportagem completa em Contacto

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