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Luxemburgo: Clervaux, uma abadia com alma portuguesa

Luxemburgo: Clervaux, uma abadia com alma portuguesa

António Pessoa, Rosa Brinca e José Lourosa são portugueses e trabalham na Abadia de Clervaux, no Luxemburgo, há várias décadas. Muito apreciados pela comunidade beneditina, que consideram família, são fundamentais nas rotinas monásticas dos religiosos e garantem que trabalham no "paraíso".

"Ainda não cheguei ao céu, mas devo estar muito perto", diz Rosa Brinca com um sorriso sereno que espelha a felicidade e paz de espírito que transmite à chegada à Abadia de Clervaux, no Grão-Ducado. As badaladas vigorosas dos sinos da torre assinalam exatamente oito horas da manhã, altura em que Rosa entra ao serviço, mas sem stresse nem qualquer tipo de pressão que hoje atingem grande parte dos trabalhadores nos mais diversos setores da sociedade.

A portuguesa, natural de Santa Comba Dão, faz a limpeza da abadia e dos quartos reservados a hóspedes há quase duas décadas e diz que não quer outro trabalho. Há 19 anos veio substituir uma cunhada que se cansou do que Rosa chama hoje "o paraíso" e lá pretende continuar até ir para a reforma.

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