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Portugueses apanhados pela pandemia a milhares de quilómetros de casa

Portugueses apanhados pela pandemia a milhares de quilómetros de casa

Vítimas colaterais da pandemia, há centenas de portugueses retidos pelo mundo. Relatos de quem rompeu o cerco na Guiné Bissau, Sri Lanka e Guadalupe e que, para já, ficam em casa. O pior é voltar à China.

Na quinta-feira, Rita estava a quilómetros de distância da fila da TAP do aeroporto Osvaldo Vieira, em Bissau onde, dois dias depois, assegurou a viagem de ida e volta. Foi a bolseira da FCT que inscreveu Gonçalo na lista que a embaixada abriu aos portugueses que decidiram cumprir o isolamento social "em casa". Foram mais de 700.

No Sri Lanka, Patrícia só embarcou à terceira. Fechados "praticamente uma semana" nas Caraíbas, Mário, Gil, José, Paulo, Bruno, Carlos, Franklin e Rafael levaram praticamente dois dias a chegar à Mealhada, impedidos de trabalhar depois da confirmação do primeiro caso de Covid-19 na central termoelétrica.

Matilde não põe os pés na universidade há mais de três meses. Professora em Pequim não tem autorização sequer para voltar à China.

Vítimas colaterais da pandemia, os portugueses estão a cumprir a quarentena recomendada, embora não tenham sido contactados pelas autoridades de saúde. Além do panfleto no avião, "não há nada no aeroporto". Mário fez o teste e respirou de alívio.

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