Ensino de Português

Sindicato denuncia deficiência no ensino de português à distância. Instituto Camões contesta

Sindicato denuncia deficiência no ensino de português à distância. Instituto Camões contesta

O Sindicato dos Professores nas Comunidades Lusíadas (SPCL) denunciou, esta semana, "insuficiências" no Ensino do Português no Estrangeiro (EPE) à distância, devido à falta de equipamentos adequados para o acesso à internet da parte de alunos e professores. Por outro lado, o Instituto Camões afirma que as coordenações de EPE não registaram até ao momento casos de professores impedidos de trabalhar à distância por falta de recursos necessários.

Em comunicado, o sindicato, filiado na Federação Nacional da Educação (FNE), apela a uma definição de enquadramento claro para a conclusão do presente ano escolar no âmbito do ensino português no estrangeiro, tendo em conta a pandemia da Covid-19. Para o SPCL, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Gabinete da Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas e o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua devem "apoiar o recurso a formas alternativas de contacto com os alunos, de modo a impedir que se verifiquem as insuficiências que se têm vindo a registar", e que são entraves ao "efetivo desenvolvimento de atividades letivas não presenciais, tanto por parte dos professores como dos alunos".

O instituto Camões assegura que "os docentes têm dado conta de ações que vêm desenvolvendo com alunos, partilhando iniciativas desenvolvidas, soluções encontradas para os desafios com que se deparam e até materiais, em diferentes suportes, produzidos por alunos".

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