EUA

Mãe matou a filha e guardou cadáver no congelador mais de um ano

Mãe matou a filha e guardou cadáver no congelador mais de um ano

Uma mulher norte-americana foi condenada, quarta-feira, a 65 anos de prisão, depois de não ter contestado as acusações de homicídio, maus-tratos e profanação do cadáver da filha de 11 anos.

O caso remonta a outubro de 2015, quando o cadáver de Janiya Thomas foi encontrado, por familiares, dentro de um congelador fechado a cadeado, na Florida, EUA.

Segundo as autoridades, desde junho de 2014 que a criança não era vista, mas o caso só foi descoberto em 2015, quando os serviços de proteção de menores se dirigiram à casa de Keishanna Thomas para lhe retirar a custódia dos cinco filhos, mas só encontrou quatro.

A mãe foi detida de imediato, por não querer revelar onde estava Janiya, mas o corpo acabou por ser descoberto dois dias depois. Sabe-se agora que a mãe tinha tirado a filha da escola, devido a problemas de saúde, e que afirmava estar a ensiná-la em casa, conseguindo inventar desculpas para a sua ausência quando os serviço sociais a visitavam.

A investigação que seguiu revelou um cenário de horror e que levou à morte da menina por malnutrição, afogamento e asfixia. Uma familiar contou ao tribunal que a menina sofria de um problema de saúde que a impossibilitava, por vezes, de controlar a bexiga e os intestinos.

Devido a este problema, a mãe manteria a criança na casa de banho, para evitar que sujasse a casa. Numa situação extrema, mergulhou a filha em água com muita lixívia, o que a deixou com a pele irritada.

Já um vizinho conta que a viu, pelo menos uma vez, a vasculhar o lixo à procura de comida para ela e para os irmãos.

Em tribunal os serviços sociais e a polícia reconheceram ter falhado neste caso e o procurador do caso, Arthur Brown, afirmou ter sido a "mais horrível morte de uma criança" em que esteve envolvido,

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