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Covid-19

Mais 713 mortes e 24.759 novos casos no Brasil

Mais 713 mortes e 24.759 novos casos no Brasil

O Brasil registou nas últimas 24 horas mais 713 mortes e 24.759 novos casos de covid-19, elevando o número total de óbitos pela doença para 239.245 e alcançando quase 10 milhões de infetados.

Segundo o Ministério da Saúde, o país registou 24.759 novos casos nas últimas 24 horas, o que eleva o número acumulado de infeções para 9.834.513.

Foi a primeira vez em quase uma semana que o número de mortes diárias no Brasil ficou abaixo de mil, mas, de acordo com as próprias autoridades, a queda pode dever-se ao facto de, nos fins de semana, o número de funcionários que trabalham na contagem de dados ser reduzido.

O boletim do Ministério brasileiro da Saúde revela também que 849.844 pacientes ainda estão sob observação e que o número total de pessoas recuperadas atingiu 8.745.424.

Porém, os especialistas acreditam que os dados pandémicos podem piorar nas próximas duas semanas, entre outros fatores, devido ao feriado virtual de Carnaval, que o país tem vindo a viver desde a última sexta-feira e que continuará até à próxima quarta-feira.

Embora os desfiles das escolas de samba e festividades do Carnaval tenham sido cancelados em todo o país, para evitar multidões, muitos brasileiros voltaram-se para as praias da extensa costa e organizaram eventos e festas em várias cidades.

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Segundo o G1, portal de notícias da Globo, o Carnaval impôs-se à proibição de desfiles e festejos no Brasil, um dos países do mundo com maior número de mortes provocadas pela covid-19, com eventos carnavalescos e aglomerações a registarem-se em várias zonas do país.

Em muitas cidades do Brasil, multidões sem máscaras encheram praias e ruas, os bares ficaram lotados e houve festas de Carnaval durante este fim de semana, relata o G1.

As forças de segurança e fiscalização puseram fim aos eventos, mas houve até uma festa convocada por 'influencers' nas redes sociais, que reuniu três mil pessoas em Campinas (SP), refere aquele órgão de comunicação social brasileiro.

Além disso, este fim de semana aumentou a preocupação das autoridades sanitárias com a nova variante do coronavírus que surgiu na Amazónia, depois de confirmar a primeira infeção desta mutação numa pessoa de São Paulo, que não tinha saído daquela cidade nos últimos meses.

O Ministério da Saúde já tinha avisado que a nova variante amazónica já se tinha espalhado "por todo o país" e que, segundo as primeiras análises, é "três vezes mais contagiosa" do que a original.

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