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Médicos querem fazer mais exames a embaixador russo que morreu nos EUA

Médicos querem fazer mais exames a embaixador russo que morreu nos EUA

Os médicos legistas que fizeram a autópsia ao embaixador da Rússia na ONU disseram terça-feira que precisam de mais testes para determinar as causas da sua morte, na segunda-feira passada, no escritório.

Vitaly Churkin era embaixador da Rússia na ONU desde 2006 e o diplomata que há mais tempo integrava o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Os médicos em Nova Iorque concluíram que precisam de realizar mais exames à morte de Vitaly Churkin.

Os médicos legistas são responsáveis por investigar as mortes que ocorrem por violência criminal, acidente, suicídio, de repente ou quando uma pessoa saudável morre por causas desconhecidas.

Churkin morreu na véspera dos seus 65 anos, precisou o ministério.

Antes de ser colocado na ONU, o diplomata foi embaixador no Canadá, na Bélgica, e representante especial russo às negociações sobre a ex-Jugoslávia (1992-94).