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Mulheres entre a pandemia e a intolerância fascista em Espanha

Mulheres entre a pandemia e a intolerância fascista em Espanha

Extrema-direita exige que o Dia Internacional da Mulher passe a Dia Nacional das Vítimas da covid-19. Restrição de manifestações abre brecha entre ministérios.

O Dia Internacional da Mulher, que se celebra esta segunda-feira, volta, um ano depois, a estar envolvido numa polémica política que divide, novamente, o espetro social em Espanha. A batalha ideológica atinge o Governo de coligação presidido pelo socialista Pedro Sánchez, que se mostra defensor acérrimo da igualdade de género, e a oposição, onde a extrema-direita alça a voz para recusar firmemente aquele tipo de iniciativas. Tudo isto no meio de uma crise pandémica que continua bem presente.

Há um ano, os ministros e ministras do Partido Socialista e Unidas Podemos (esquerda) não perderam a oportunidade de aparecer nas manifestações alusivas ao 8 de março (ler caixa), para reivindicar a nova ideologia feminista do Executivo, que estava apenas há dois meses na Moncloa. Seis dias depois, o Governo viu-se obrigado a decretar o estado de emergência, para tentar abrandar, sem sucesso, uma pandemia que fez 45 mil óbitos na primeira vaga.

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