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Amostra de ADN pedida em 2010 permitiu resolver crime com 23 anos

Amostra de ADN pedida em 2010 permitiu resolver crime com 23 anos

Um homem norte-americano foi acusado de um crime cometido há 23 anos depois de ter sido obrigado a fornecer uma amostra de ADN, em 2010, da sequência da condenação por conduzir com excesso de álcool no sangue.

A acusação foi divulgada esta semana e afirma que Guy Shannon Junior, de 43 anos, de Odessa, nos EUA, é o responsável por um homicídio de primeiro grau e violação de uma jovem de 20 anos, Marcia Lynn Davis, cometido em março de 1989.

A jovem tinha sido vista pela última vez à saída da cadeia de Jackson County onde tinha ido visitar um amigo. O seu corpo viria a ser encontrado num apartamento abandonado no dia seguinte.

Guy Shannon tornou-se suspeito no caso depois de ter sido condenado por conduzir sob influência do álcool em 2010 e, na sequência desse processo, ter sido intimado a fornecer uma amostra de ADN. A entrada desta amostra numa base de dados acabou por fornecer a ligação a material genético encontrado no corpo de Marcia Lynn Davis.

As autoridades norte-americanas afirmam que o grau de certeza desta ligação é quase absoluto, já que a possibilidade de alguém partilhar o mesmo código genético é de "um em 10 quadriliões".

À polícia, Shannon afirmou que nunca tinha visto Marcia Lynn Davis, que nunca esteve no edifício onde o corpo foi encontrado e que nunca deu boleia a estranhos.

Depois de ser confrontado com o crime, Guy Shannon exigiu um advogado e o processo deverá seguir os trâmites normais.

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