Austrália

Pescador encontra cabeça de tubarão gigante que terá sido comido por orca

Pescador encontra cabeça de tubarão gigante que terá sido comido por orca

Um pescador encontrou uma cabeça de um tubarão gigante enquanto pescava no oceano, perto da costa da Austrália. Uma imagem partilhada nas redes sociais levou à especulação sobre que outro animal terá matado aquele enorme predador.

Jason, também conhecido como Trapman Bermagui, encontrou o que restava do tubarão-mako - que pode chegar até aos 4,3 metros de comprimento e um peso de 580 kg - na quinta-feira, nas águas ao largo da costa do estado australiano de Nova Gales do Sul.

No Facebook, partilhou uma fotografia com a cabeça do tubarão e descreveu aquela manhã de pesca como "louca". "Isto foi tudo o que recebemos deste monstro mako. Infelizmente não vimos o que o comeu mas deve ser impressionante !! A cabeça tinha cerca de 100kg. Foi uma manhã louca de pesca de tubarão. Fomos na esperança de apanhar tubarões menores, mas só pescamos grandes tubarões que foram comidos por tubarões ainda maiores. Quando pensava que já tinha visto tudo, cortamos cerca de 35kg de carne da cabeça do mako e descobrimos que tinha um bico de um peixe-agulha dentro da cabeça", escreveu Jason na legenda da imagem.

Nos comentários à publicação, começou a especular-se sobre qual o animal que teria comido o tubarão-mako, considerado um predador temível que raramente se torna presa de outras espécies. São os tubarões mais rápidos, podendo atingir velocidades de até 46 km/h.

A hipótese mais forte é de que o animal que comeu o tubarão seja uma orca. Estas baleias assassinas são das predadoras mais velozes e normalmente pesam entre quatro e seis toneladas. No entanto, Jason, que vive em Bermagui, uma cidade do litoral de Nova Gales do Sul, a 240 quilómetros a sul de Sydney, acredita que o pescado foi vítima de tubarões maiores.

Noutra descoberta bizarra, Jason retirou um bico de um espadarte-azul (peixe-agulha) da cabeça do tubarão. O "espigão" teria estado dentro da cabeça durante anos, mas os "incríveis poderes de cura", segundo o pescador, fizeram com que a ferida do tubarão sarasse.