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NATO sem consenso para intervenção militar na Líbia

NATO sem consenso para intervenção militar na Líbia

Os mais altos funcionários do Exército norte-americano informaram que ainda não existe consenso entre os parceiros da NATO para uma intervenção militar na Líbia e que a imposição de uma zona de exclusão aérea seria "extremamente complicada".

"Não há consenso no seio da NATO para o uso da força", afirmou o secretário de Defesa norte-americano, Robert Gates, numa conferência de imprensa colectiva com o chefe do Estado-Maior, almirante Michael Mullen.

Robert Gates acrescentou, citado pela agência AFP, que os "diferentes tipos de cenários que têm sido discutidas na imprensa e em outros lugares têm as suas consequências e efeitos colaterais e, por isso, devem ser cuidadosamente examinados".

Mike Mullen, por sua vez, disse que todas as opções estavam a ser consideradas, mas pediu cautela quanto à imposição de uma zona de exclusão aérea como medida para acabar com a violência contra a população civil na Líbia.

"Esse é um processo extremamente complicado de pôr em prática", frisou o militar com a mais alta patente no Exército americano, lembrando que tal imposição exigiria que antes as defesas aéreas líbias fossem destruídas.

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