Black Friday

Nos EUA dedica-se o dia às compras depois de se agradecer o que se tem

Nos EUA dedica-se o dia às compras depois de se agradecer o que se tem

Nos EUA dedica-se o dia de hoje às compras, a "Black Friday", o mais destacado dos vários da febre consumista que se segue ao feriado em que se agradece o que se tem, o Dia de Ação de Graças.

Este ano, porém, a inflação e o receio de uma recessão põem à prova a atração dos descontos oferecidos pelo comércio retalhista.

As primeiras informações revelam que há um bom ânimo dos consumidores, uma vez que na quinta-feira, depois de comerem o peru, os norte-americanos gastaram uma verba recorde de 5,3 mil milhões de dólares, mais 2,9% do que neste mesmo dia no ano passado, divulgou hoje a empresa de análise Adobe Analytics.

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Os números totais da Sexta-Feira Negra, tanto nas lojas físicas, como no comércio em linha, vão tardar a conhecer-se, mas esta empresa estima uma faturação de nove mil milhões de dólares no dia de hoje, o que representa mais um por cento do que no último ano.

As previsões apontam para que haja mais de 166 milhões de pessoas nas compras, uma quantidade nunca vista, entre quinta-feira e segunda-feira, mas também que gastem menos do que em 2021, com a média de 833 dólares esperada para este ano a comparar com a de 998 dólares do ano passado, segundo a Federação Nacional de Retalhistas.

Devido aos problemas na cadeia logística e à acumulação de stocks, os retalhistas têm estado a fazer promoções desde há semanas, o eu levou cerca de 60% dos consumidores a antecipar as suas compras para o início de novembro e inclusive outubro, ainda segundo esta Federação.

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