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O dia mais sangrento do conflito israelo-palestiniano em cinco anos

O dia mais sangrento do conflito israelo-palestiniano em cinco anos

Pelo menos 13 soldados israelitas da brigada Golani morreram, este domingo, no decorrer dos combates no bairro Charjaya, na zona leste da cidade de Gaza, numa incursão que fez ainda 50 feridos.

De acordo com a agência EFE, entre os mortos podem estar dois comandantes da brigada Golani.

O número de mortos já foi confirmado, em comunicado oficial, pelo exército israelita, que admitiu a morte de 13 soldados e 50 feridos em consequência de confrontos com milícias palestinianas em Charjaya.

De acordo com fontes militares, a brigada Golani entrou numa rua de Gaza na qual se deparou com disparos massivos de foguetes antitanque, granadas e armas automáticas.

Parte das vítimas morreu devido ao impacto de uma granada antitanque contra um veículo blindado 'Namer', um dos mais sofisticados do exército.

Noutro ataque, um foguete antitanque atingiu uma sala de operações avançadas da Golani em Shahaiya.

O exército israelita, que ainda não difundiu a identificação das vítimas, já notificou os familiares das vítimas, que estão a ser identificadas por equipas forenses.

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As forças armadas israelitas estão desde a manhã deste domingo a bombardear a Faixa de Gaza por terra, ar e mar.

Com estas mortes eleva-se para 18 o número de soldados israelitas já mortos desde que Israel lançou a ofensiva contra Gaza, na passada quinta-feira, sendo o número de baixas militares mais elevado desde a guerra do Líbano em 2006, recordou a AFP.

Do lado palestiniano, acrescenta a AFP, morreram este domingo pelo menos 87 pessoas, transformando o dia de hoje no mais sangrento do conflito israelo-palestiniano em cinco anos.

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