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Organização apenas confirma seis cientistas mortos no MH17

Organização apenas confirma seis cientistas mortos no MH17

A presidente da Sociedade Internacional da Sida, Francoise Barre-Sinoussi, disse este sábado em Melbourne, na Austrália, que seriam apenas seis os colegas que morreram no acidente com o avião da Malaysia Airlines.

"O número que confirmamos através dos nossos contactos é de seis pessoas. Pode até ser um pouco mais alto, mas não é de 100 peritos como foi anunciado", disse.

A notícia, revelada pela agência AFP, surge depois de vários outros peritos na Malásia terem lamentado o desaparecimento dos colegas no acidente do avião da Malaysia Airlines que fazia a ligação entre Amesterdão e Kuala Lumpur na quinta-feira.

Ontem, a generalidade da imprensa internacional deu como certo terem sido cerca de uma centena os especialistas que iam a bordo do MH17. O "THe Guardian" escreve hoje que são esperados mais esclarecimentos por parte da organização.

Os organizadores do encontro expressaram profunda tristeza pela perda de muitos delegados que viajam no voo MH17, que fazia a ligação entre Amesterdão e Kuala Lumpur com 298 pessoas a bordo.

"É um momento difícil. Perdemos amigos, ativistas e pessoas que são a voz dos sem voz", disse o diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas Sobre o VIH/sida (ONUSIDA), Michel Sidibé, falando na abertura da conferência.

"Esta é uma perda enorme para a nossa comunidade. Trabalhamos juntos em todo o mundo para combater o VIH", vírus que causa a sida, considerou, por seu turno, o primeiro-ministro do governo do estado australiano de Victoria, Denis Napthine, citado numa nota do ONUSIDA.

No início da conferência que, oficialmente, decorre entre os dias 20 e 25 de julho, foram apresentadas mensagens de líderes internacionais, nomeadamente do presidente norte-americano, Barack Obama.

Na sua mensagem, o diretor executivo do ONUSIDA, Michel Sidibé, afirmou: "acabar com sida é o único sonho que todos devemos ter".

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