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Eleições em Angola a decorrer "sem incidentes"

Eleições em Angola a decorrer "sem incidentes"

As terceiras eleições em Angola desde a independência estão a decorrer "sem incidentes", disse o presidente da Comissão Nacional Eleitoral, André Silva Neto.

Em declarações aos jornalistas após ter votado, na Cidade Alta, em Luanda, na mesma assembleia de voto onde vai votar o presidente angolano e candidato José Eduardo dos Santos, o responsável da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) disse que se registou "um problema ou outro", mas tudo "casos isolados" e que no geral "o processo decorre de forma normal".

"A perfeição não existe", acrescentou André Silva Neto.

Questionado pela agência Lusa sobre se esta eleição é um teste à credibilidade do processo e ao órgão que dirige, André Silva Neto respondeu que sim.

Sobre as queixas apresentadas durante a campanha, nomeadamente pelos partidos da oposição, o responsável da CNE disse que "vão ter de ser provadas", mas acrescentou que até ao momento "são infundadas".

Na Cidade Alta, há centenas de pessoas na fila para votar e o tempo de espera é superior a outras assembleias de voto porque esta é o local onde vota José Eduardo dos Santos e todos os eleitores são obrigados a passar por um detetor de metais, por razões de segurança.

Dezenas de militares, que afirmaram pertencer à Unidade de Guarda Presidencial, apresentaram-se também para votar nesta assembleia de voto.

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Os 9757671 eleitores angolanos são chamados a votar nas terceiras eleições da sua história para escolher a composição do parlamento e as primeiras em que o Presidente da República é escolhido por via indireta.

O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder desde a independência, em 1975, parte favorito contra oito formações políticas, propondo-se como a única força credível para desenvolver Angola, com base na obra feita nos últimos anos.

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