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Pentágono mobiliza Comando do Pacífico para ajudar Filipinas

Pentágono mobiliza Comando do Pacífico para ajudar Filipinas

O secretário de Defesa norte-americano, Chuck Hagel, ordenou ao Comando do Pacífico que se mobilize para apoiar as Filipinas nas tarefas de ajuda humanitária depois da passagem do tufão Haiyan.

A decisão do Pentágono surge na sequência de um pedido do governo das Filipinas, que estima que o número de mortes devido ao tufão possa superar as 10.000 pessoas.

Inicialmente, a ajuda incluirá o resgate de vítimas e a distribuição de produtos humanitários básicos pelos afetados.

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O Departamento de Defesa norte-americano continuará a acompanhar a situação no país, em coordenação com a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID) e a embaixada norte-americana em Manila, para "ajudar o nosso aliado a recuperar da tormenta", é referido numa nota de imprensa divulgada pelo Pentágono.

O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, já expressou em nome da União Europeia e no seu próprio as suas "mais sinceras condolências" às famílias e amigos das vítimas, assim como o seu apoio aos feridos e afetados pela catástrofe.

"Estou muito emocionado e profundamente entristecido pela perda de vidas e destruição massiva causadas pelo terrível tufão, que acaba de assolar o seu país", indicou Van Rompuy numa mensagem enviada ao presidente das Filipinas, Beningo Simeón Aquino.

Para fazer face às necessidades mais urgentes da população, a Comissão Europeia anunciou hoje uma ajuda de emergência ao país no valor de três milhões de euros.

O tufão atravessou as Filipinas na quinta e na sexta-feira com ventos na ordem de 300 quilómetros por hora, causando danos massivos.

O tufão Haiyan, batizado de "Yolanda" pelas autoridades filipinas, destruiu entre 70% a 80% da localidade de Tacloban, capital da província de Leyte, com uma população de 220.000 pessoas, informou o chefe da polícia regional, Elmer Soria.

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