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Porteira portuguesa acolheu 60 pessoas

Porteira portuguesa acolheu 60 pessoas

Chama-se Margarida Sousa e é porteira num prédio ao lado do Bataclan, onde morreram mais de 80 pessoas, próximo da sede do Charlie Hebdo, alvo de outro atentado, em janeiro.

Perante as muitas pessoas que fugiam da da sala de espetáculos, abriu as portas do prédio. "Aqui, nas escadas e num apartamento do quarto andar [acolhemos] à volta de 60 pessoas.

Aleijadas e com balas tínhamos cinco pessoas, uma em estado muito grave", uma menina com duas balas nas costas e socorrida por uma médica que vive no prédio, chamada por Margarida Sousa. "Não estou à espera de ser considerada heroica, mas estou satisfeita com o que fiz", conta.