Venezuela

Portugueses na Venezuela estão a reforçar a segurança

Portugueses na Venezuela estão a reforçar a segurança

Os portugueses radicados na Venezuela estão a reforçar a segurança e ter o telemóvel carregado, estar em contacto com familiares, blindar as viaturas, contratar guarda-costas ou ir cedo para casa são estratégias para se protegerem da criminalidade e dos sequestros.

No sábado, e segundo testemunhos à Lusa, homens armados assaltaram um supermercado propriedade de madeirenses radicados na Venezuela. Roubaram dinheiro da caixa e objetos de valor dos clientes. Situado em Los Cedros, Caracas, o supermercado Maturin é o segundo estabelecimento comercial assaltado na zona em dois dias.

Na última sexta-feira foi assaltada uma loja de venda de flores, situada em frente daquele estabelecimento. Segundo Milú de Almeida, conselheira das Comunidades Portuguesas, as preocupações pelos raptos, assaltos e assassínios são "uma constante no país, que afeta tanto cidadãos nacionais como estrangeiros".

Desde janeiro, pelo menos duas dezenas de portugueses foram sequestrados na Venezuela, dos quais dois foram assassinados, um número que admitem estar muito aquém da realidade, porque as pessoas, por receio, não divulgam os casos.

Desde há três semanas que se desconhece o paradeiro de um português que foi raptado no estado venezuelano de Táchira, a 830 quilómetros a sudoeste de Caracas.

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