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Procuradoria-Geral da Ucrânia está a recolher dados sobre crimes de guerra

Procuradoria-Geral da Ucrânia está a recolher dados sobre crimes de guerra

A instituição liderada por Iryna Venediktova está a reunir informações sobre crimes de guerra praticados contra cidadãos ucranianos, durante a ocupação do país.

A revelação foi feita pela deputada do Parlamento ucraniano Maria Mezentseva, que participou esta segunda-feira à tarde, por videoconferência, num seminário promovido pelo Parlamento Europeu.

"A vossa presença [União Europeia] na Ucrânia é necessária", acrescentou o membro do partido ucraniano "Servo do Povo", do qual Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, é um dos fundadores.

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Na semana passada, a procuradora-geral da Ucrânia apresentou uma queixa contra o governo russo no Tribunal Internacional da Justiça. Soube-se, esta segunda-feira, que nenhum representante da Rússia apareceu na sessão em Haia.

Mais duas deputadas do Parlamento ucraniano participaram na sessão promovida em Estrasburgo sobre o Dia da Mulher. As três mulheres, de partidos políticos distintos, apelaram ao apoio da UE no território ucraniano e pediram sanções mais graves contra o governo de Vladimir Putin.

"O Mundo está a ver e não está a fazer nada. Salvem as nossas vidas", afirmou Inna Sovsun, do partido ucraniano Holos. Já Ivanna Klympush-Tsintsadze, do partido Solidariedade Europeia, referiu que a guerra não é apenas contra a Ucrânia. "Precisamos do apoio dos nossos parceiros", disse.

Durante esta semana, os eurodeputados vão debater e votar propostas relevantes sobre a guerra na Ucrânia, nomeadamente a integração dos refugiados, a dependência da Europa face ao gás russo e a interferência estrangeira em processos democráticos da Europa.

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