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Racismo nos EUA. Olhar pelo canto do olho na casa em que se nasceu

Racismo nos EUA. Olhar pelo canto do olho na casa em que se nasceu

Na data em que se assinala o Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial, o balanço é triste. Nos Estados Unidos, os casos de violência contra ásio-americanos dispararam no último ano. Biden quer combater o "veneno horrível" que infesta o país com exposição e leis.

Passam hoje 61 anos desde o Massacre de Sharpeville, a 21 de março de 1960, na África do Sul, quando, numa manifestação pacífica contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a usar um cartão que indicava por onde podia circular, a Polícia disparou, matando 69 pessoas e ferindo 186. O momento, um dos mais sangrentos da história do apartheid, levou, seis anos depois, a Organização das Nações Unidas a assinalar, na mesma data, o Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial. Se celebrá-lo é combater a discriminação que persiste, mais sentido terá fazê-lo em ano de pandemia. Uma pandemia provocada por um vírus surgido num lugar do mundo que contrasta com os outros lugares onde a doença chegou. E como a intolerância pela diferença às vezes é a gasolina que inflama ódios, esta crise mundial, além de tudo o resto, também gerou violência.

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