Covid-19

"Sinto que podia sair e fazer um comício". Trump diz que "vai vencer" o coronavírus

"Sinto que podia sair e fazer um comício". Trump diz que "vai vencer" o coronavírus

O presidente norte-americano, Donald Trump, que está internado após ter testado positivo ao vírus SARS-CoV-2, disse ao amigo e advogado Rudy Giuliani que "vai vencer" o coronavírus, noticiou o jornal "New York Post".

O "New York Post" diz que Trump telefonou a Giuliani no sábado para lhe assegurar que está bem, após uma avaliação cautelosa do chefe de Gabinete da Casa Branca.

Trump terá dito a Giuliani no telefonema: "Sinto que podia sair daqui agora mesmo. Dizem-me que pode sempre haver um retrocesso com esta doença, mas sinto que podia sair e fazer um comício".

Trump também terá explicado que continuou a dedicar-se a atividades de alto risco apesar da pandemia, porque é o "presidente dos Estados Unidos".

"Não consigo fechar-me numa sala... Tive de enfrentar (o vírus) para que o povo americano deixasse de ter medo dele para que pudéssemos lidar com ele de forma responsável", terá dito Trump.

De acordo com o jornal, Trump afirmou ainda que esperava que, ao vencer o vírus, "fosse capaz de mostrar às pessoas que podemos lidar com esta doença de forma responsável, mas não devemos ter medo dela".

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O chefe de gabinete Mark Meadows disse que Donald Trump passou por um período "muito preocupante" na sexta-feira e que as próximas 48 horas "serão críticas" para a recuperação do presidente norte-americano.

Na sexta-feira Donald Trump, de 74 anos, anunciou na sua página pessoal da rede social Twitter que, tal como a primeira-dama, Melania, tinha testado positivo ao coronavirus e que iria ficar em quarentena.

Horas depois, foi internado por medida de precaução no Hospital Militar Walter Reed.

Entretanto, o antigo governador de Nova Jérsia, Chris Christie, anunciou no Twitter que se internou num hospital, horas depois de confirmar que tinha dado positivo no teste do coronavírus.

Christie diz que depois de consultar os seus médicos no sábado à tarde, foi ao Morristown Medical Center.

Adiantou que apresenta sintomas ligeiros, mas devido ao seu historial de asma, decidiu que "esta é uma medida de precaução importante".

Christie é o último de uma série de casos diagnosticados de covid-19 ligados ao círculo próximo do presidente Donald Trump.

O antigo rival de Trump em 2016 disse à Associated Press na sexta-feira que a última vez que esteve com o presidente foi na terça-feira durante os preparativos para o seu debate com o antigo vice-presidente Joe Biden em Cleveland. Acrescentou que tinha testado negativo nesse dia.

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